Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a corrupçao, o centralismo e colonialismo lisboeta!

Marco Rubio bem directo no seu breve pronunciamento


 

Acabou mal, he he he


 

"Porquê é que os media andam tão calados em relação ao Irão?...

A extrema esquerda calada?

Os comunistas calados? Porquê, porquê???"



O ilegal PCP demorou 4 horas a condenar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela. Mas 4 anos não foram suficientes para condenar a agressão da Rússia contra a Ucrânia.


 

O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, deve estar fulo com este atropelo do direito internacional. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és


 

O PS apoiou a Ditadura Venezuelana nunca se esqueçam disso !


 

Essa mulher nunca desistiu. Esse vídeo tem treze anos. A liberdade finalmente chegou.


 

Mas porque raio a RTP notícias convida esta comunista brasileira? Segundo as fontes dela, o sistema anti aéreo resultou e maduro não foi capturado


 

Segunda Guerra Mundial | O Oficial Russo | John Malkovich (filme completo)

Após a Segunda Guerra Mundial, um grupo de prisioneiros de guerra alemães é enviado por engano para um campo soviético dirigido pelo cruel comandante Pavlov. Este campo, dirigido exclusivamente por mulheres que perderam os seus entes queridos durante o conflito, trata os cativos com fria hostilidade. Apenas a médica Natalia tenta manter uma aparência de dignidade. À medida que desenvolve uma relação ambígua com um dos prisioneiros, Natalia deve cumprir uma missão perigosa: identificar os oficiais SS escondidos entre eles.



Não esquecer que Marques Mendes esteve por trás de um dos maiores escândalos dos anos 90 a envolver o corrupto benfica e a RTP.


 

Imigrantes lançaram fogos de artifício na Igreja de Vondel, em Amsterdão, uma das mais conhecidas da Holanda. A igreja foi consumida pelas chamas. Isso não foi um acidente, é um crime de intolerância religiosa.


 

Ciganos nos Olivais ( Lisboa) com armas de guerra e a disparar na noite passada. Depois venham dizer que não se podem pôr cartazes a dizer que têm de cumprir a lei. Não me conformo com isto. Não quero isto para o meu país!


 

Na Irlanda, grupos armados de cidadãos irlandeses estão se formando para eliminar aqueles considerados "cúmplices" da invasão islâmica.


 

Os "NOVOS" europeus

 Uma nova geração de "europeus" no Ocidente recebeu o Ano Novo em plena civilidade com coquetéis Molotov, igrejas e carros incendiados, violações e brutalidade entre gangues de imigrantes. Só na França, 1.173 carros foram queimados. Os presidentes de dessas capitais quiseram punir a Polónia por se recusar a aceitar imigrantes ilegais...



Presidente


 

A classe política europeia governa contra os seus próprios povos e chama-lhe progresso


"Jovem”🧑🏿‍🦲 que atacou três mulheres à facada no metro de Paris é natural do Mali, estava em situação irregular em França e já tinha condenações por roubo agravado e agressão sexual.

Datas com História: 22 de Dezembro de 1909

As cheias do rio Douro constituem um fenómeno estrutural da história ambiental e urbana do Porto e de Vila Nova de Gaia. Antes de haver barragens, resultavam de um conjunto de factores naturais e humanos: a grande extensão da bacia hidrográfica, o forte declive desde as zonas montanhosas de Espanha até à foz, a rapidez do escoamento, a conjugação de chuvas intensas de Inverno com o degelo, e, já em época contemporânea, a ocupação urbana das margens, que reduziu drasticamente as áreas naturais de absorção. Antes da construção das grandes barragens, o Douro era um rio livre, violento e imprevisível, capaz de passar em poucas horas de um curso navegável a uma força devastadora.

Ao longo do século XIX registaram-se várias cheias de grande magnitude. A cheia de 1860 ficou durante décadas como a referência máxima da fúria do rio, tanto pela altura atingida pelas águas como pelos danos provocados nas zonas ribeirinhas. Contudo, esse recorde seria dramaticamente ultrapassado no final de Dezembro de 1909, numa sucessão de dias que marcaram de forma indelével a memória colectiva da cidade.
Desde meados de Dezembro de 1909 que a chuva caía de forma persistente e intensa em toda a bacia do Douro. A 19 desse mês, chegavam já à capitania do Porto notícias alarmantes vindas da Régua, dando conta de uma subida rápida do nível do rio. Foram reforçadas amarras, avisadas as populações e tomadas precauções, mas o cenário agravou-se de forma imparável. Na madrugada de 21 de Dezembro, a subida tornou-se anormalmente rápida. No Porto, os cais dos Guindais e da Ribeira começaram a ficar submersos; em Gaia, as primeiras barcas afundaram-se ainda durante a tarde. O Douro, sem barragens que o contivessem, obedecia apenas à violência da Natureza.
Na noite de 21 para 22 de Dezembro, um violento temporal, acompanhado de vento sul e chuva torrencial, transformou a cidade num caos. As ruas tornaram-se enxurradas, lojas e caves inundaram-se, árvores caíram, o pavimento levantou-se. O rio engrossou de forma assustadora, atingindo velocidades estimadas entre 10 e 11 milhas por hora e arrastando tudo o que encontrava. Amarras quebraram-se em cadeia, e dezenas de embarcações começaram a soltar-se, abalroando-se mutuamente ou sendo lançadas rio abaixo em direcção à barra.
Foi neste contexto que, a 22 de Dezembro de 1909, há precisamente 109 anos, se produziu uma verdadeira hecatombe naval no estuário do Douro. Entre barcas de carga, iates, vapores, rebocadores e pequenas embarcações tradicionais, o rio transformou-se num cemitério flutuante. Naufragaram ou perderam-se, arrastadas pela corrente ou destruídas contra cais, margens e outras embarcações, dezenas de navios.
Entre as embarcações britânicas, perderam-se o iate “Ceylon”, os vapores “Douro” e “Gascon”, bem como a escuna “Mervíria”. O “Ceylon” esteve perto de um fim trágico quando uma barca carregada de toros de pinheiro se enredou nos seus cabos, sendo salvo apenas pela intervenção corajosa de pescadores da Afurada.
Da marinha mercante alemã, naufragou o vapor “Lintre”, depois de ter ficado envolvido no caos de colisões sucessivas.
De nacionalidade norueguesa, perdeu-se o vapor “Sylvia”, arrastado pela violência da corrente para fora da barra.
A esmagadora maioria das perdas foi, contudo, de embarcações portuguesas, reflectindo a enorme concentração de tráfego fluvial e costeiro no Douro.
Afundaram-se ou ficaram destruídos nas margens do rio os iates “Vaz 1º”, “Vila do Conde”, “Assumpção”, “Camponês”, “Carlos Alberto Costa”, “Diligente”, “Duque de Saldanha” e “Viajante”; os lugres “J. Soares da Costa” e “Vencedor”; as barcas “Amazona” e “América”; as chalupas “Dona Maria” e “Marques 3º”; o caíque “Mendonça”; e os rebocadores “Lírio e Flávio”, “Lusitânia”, “Mars” e “Veloz”. Muitas destas embarcações foram despedaçadas contra os cais, outras abalroaram vapores fundeados, e várias acabaram por sair barra fora, desaparecendo no mar.
O cenário nas margens era apocalíptico. A Praça da Ribeira ficou totalmente submersa, Miragaia, Massarelos e Gaia foram invadidas pelas águas, e mais de mil casas ficaram destruídas, total ou parcialmente.
O nível do rio ultrapassou em cerca de 80 centímetros a marca histórica de 1860. Chegou a ponderar-se a demolição do tabuleiro inferior da ponte D. Luís I para evitar danos estruturais ao resto da sua estrutura. A cidade ficou isolada: sem comboios, sem telégrafos, sem água canalizada e quase sem iluminação a gás.
Os episódios humanos foram igualmente trágicos: homens arrastados em destroços, tripulações presas a bordo de vapores à deriva, pedidos de socorro impossíveis de atender. O rio e a foz estavam cobertos de madeira, tonéis, mercadorias e restos de navios. Apenas a partir de 24 de Dezembro, com o abrandamento da chuva e do vento, as águas começaram a baixar, revelando a dimensão da destruição. O Natal de 1909, no Porto, foi amargo para muitos milhares.

























 

E depois não querem que falemos em substituição populacional...


 

Isto são os árbitros corruptos portugueses, há décadas, sempre a perseguir o FCPorto


 

Caminhos da História O Porto dos Reis Magos

Feliz Natal


 

Respite at Christmas - A True WW2 Story